23 de julho de 2017
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Foto: Jorge Cardoso / MMA

Cristal (Parque Nacional de Brasília)

Com cerca de 15km de extensão e baixo nível de dificuldade, a Trilha Cristal é uma expansão da Trilha Cristal Água e é perfeita para quem está dando suas primeiras pedaladas off-road. Além da bela paisagem composta pela vegetação nativa do Cerrado, a trilha conta com um pequeno riachos no meio do percurso, além de duchas estrategicamente colocadas ao final do caminho para refrescar quem se aventurar pelo caminho.

As duchas – abertas permanentemente, funcionam como o aproveitamento da água da válvula de alívio de pressão que integra a rede hidráulica do Parque, não havendo desperdício.

Distância total: 12827 m
Elevação máxima: 1116 m
Elevação mínima: 1041 m
Total subida: 94 m
Total descida: -92 m
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Vale ressaltar que a trilha também é aberta para pedestres, só que, neste caso, com a opção de percorrer também um caminho reduzido, com 6,5 km.

O Parque – Popularmente conhecido como Água Mineral, o Parque Nacional de Brasília vai muito além de suas piscinas de águas correntes, que há anos encantam os brasilienses e turistas. São mais de 42 mil hectares de área; 260 mil visitantes anuais; duas trilhas (a Cristal Água – com 5 km e a Capivara – com aproximadamente 1,3 km); um Núcleo de Educação Ambiental; um espaço para prática de meditação, conhecido como Ilha da Meditação; diversos tipos de vegetação; e fauna abundante e diversificada, composta por espécies raras ou ameaçadas de extinção.

A história da criação do parque tem relação direta com a da construção de Brasília, na década de 1960. A Unidade de Conservação surgiu da necessidade de se proteger os rios fornecedores de água potável à capital federal e de manter a vegetação em estado natural. O parque abriga as bacias dos córregos que formam a represa Santa Maria, responsável pelo fornecimento de 25% da água que abastece Brasília. A represa fica no coração do local, ocupando uma área de 6,1 km².

As piscinas (Areal e Pedreira) se formaram a partir dos poços de água, que surgiram às margens do Córrego Acampamento, pela extração de areia feita antes da implantação de Brasília. O parque é também um local de preservação de animais selvagens próprios do Cerrado.

São encontrados na Unidade de Conservação, entre outras espécies, o lobo-guará, a jaguatirica, o tatu-canastra, a anta e o tamanduá-bandeira, ameaçadas de extinção. Várias outras espécies não ameaçadas compõem a biodiversidade do parque, a exemplo de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, e de grupos pouco estudados como moluscos, crustáceos, insetos e pequenos organismos.

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